Conheça o programa Aprendiz Campinas que implantei na Secretaria de Trabalho e Renda

Um dos principais desafios que recebi do prefeito Jonas Donizette ao me convidar para assumir a Secretaria de Trabalho e Renda de Campinas, foi a criação de um programa municipal para os jovens aprendizes.

E foi assim que criamos o programa Primeiro Emprego: Aprendiz Campinas. É um programa parecido com o trabalho que a Guardinha, Patrulheiros, Espro fazem, com algumas diferenças, mas com o mesmo espírito de inclusão dos jovens.

Funciona assim: as empresas incluem suas vagas para jovens aprendizes no cadastro do SINE (Sistema Nacional de Emprego) e a equipe do programa faz a intermediação e orientação dessas vagas, fazendo uma pré-seleção dos jovens e encaminhando para as empresas.

Uma vez escolhidos, os jovens são encaminhados para entidades de formação de aprendizagem profissional. Temos parcerias com o CEPROCAMP e Senac, entidades que oferecem cursos de aprendizagem profissional e também são certificadoras.

Parceria com o Recap

Em 2018, fizemos uma parceria com o Recap, que é o sindicato dos postos de combustíveis de Campinas e região, para formar jovens frentistas.

A primeira turma se formou no CEPROCAMP e uma segunda turma foi encaminhada para o Senac. Eles estudam e trabalham nos postos de combustíveis.

Por lei, os postos são obrigados a contratar de 5% a 15% de jovens aprendizes, conforme o tamanho da empresa. O curso é destinado aos jovens com idade de 18 a 24 anos.

O mercado para os jovens

Dados do antigo Ministério do Trabalho indicam que das 15.419 vagas potenciais de aprendizagem profissional em Campinas, apenas 3.140 estão preenchidas.

A Lei Federal 10.097/2000, que regulamenta os programas de aprendizagem profissional, determina que todas as empresas de médio e grande porte devem contratar de 5% a 15% de adolescentes e jovens entre 14 e 24 anos como aprendizes.

A legislação possibilita que a formação dos adolescentes seja feita pelos serviços nacionais de aprendizagem (SENAI, SENAT, SENAC, SENAR e SESCOOP), por escolas técnicas e por organizações sem fins lucrativos devidamente autorizadas pelos conselhos municipais de defesa da criança e do adolescente.

0 Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *